Trekking nos Cânions das Serras Gauchas

5 03 2007

Aparatos da Serra e Serra Geral

Finalmente você está na borda do maior cânion da América Latina, o Itaimbezinho, no Parque Nacional dos Aparados da Serra, em Cambará do Sul. A primeira coisa que faz é olhar para baixo e ver um rio passando pequenininho. Agora pense que o paredão aos seus pés tem a altura de um prédio de 200 andares. Tente imaginar o tamanho real desse rio.

Frio na barriga é o mínimo que você sente quando o vento sopra forte e parece te empurrar lá para o fundo. Olhando para os lados você também se surpreende com a enormidade do cânion. São seis quilômetros de fenda cortando o chapadão. Parece que o terreno foi aberto por uma imensa faca.

O Itaimbezinho é tão grande que você o perde de vista no horizonte. No fim, a enorme rachadura se confunde com o céu completamente azul e limpo.

Trilhas

Uma boa opção para conhecer essa fenda é a trilha do Vértice, que circunda toda a boca do cânion. O percurso é de 1,5 quilômetros (ida e volta) e dura cerca de duas horas de caminhada. O visual é gratificante durante todo o trajeto.

Durante a trilha, preste atenção na cascata das Andorinhas, formada na escarpa do próprio cânion. O cair da noite é um espetáculo à parte. O vão existente atrás da cachoeira serve de moradia para várias andorinhas, que, varando a cortina de água, se recolhem nesse horário.

As duas outras trilhas do cânion são indicadas para quem tem um bom preparo físico. A do Cotovelo, com seis quilômetros, e a do Rio do Boi, bastante difícil e que exige até algumas técnicas de escalada.

Complexo de cânions

Além do Itaimbezinho, a região conta com inúmeros cânions. Eles estão distribuídos no Aparados da Serra e no Parque Nacional da Serra Geral.

Nesse último, você vai encontrar um número maior de cânions. Tente conhecer o Malacara, o Churriado, o Faxinalzinho e o Fortaleza – imperdível pela sua imponência e por suas grandes paredes basálticas que parecem muralhas de fortalezas medievais (daí a origem de seu nome).

As opções de trilhas variam conforme sua disposição. Se bater uma preguiça, existe uma mais leve que passa por belos desfiladeiros. Você irá encontrá-la no final da estrada que corta o parque. A subida leva apenas 30 minutos e vai lhe surpreender com uma das melhores vistas do cânion Fortaleza. Já a do Malacara é uma das mais difíceis e leva até as entranhas do cânion.

Outra dica para visitar os parques. Vá sempre na parte da manhã e acompanhado de um guia. O tempo vira de repente e devido aos fortes nevoeiros – conhecido como “nada” pelos locais – é muito fácil se perder. Dê preferência pelos meses de inverno, quando chove menos.

Parque Nacional dos Aparados da Serra

O Cânion do Itaimbezinho é o mais famoso do parque e também um dos maiores do Brasil. Sua extensão chega a 5.800 metros e sua largura máxima alcança os 2000 metros. As paredes rochosas têm uma altura máxima de 720 metros e são cobertas por uma vegetação baixa e pinheiros nativos. Para quem nunca esteve à beira de um cânion, a sensação é realmente indescritível. São formações rochosas de pelo menos 130 milhões de anos, que parecem ter sido “aparadas” de maneira minuciosa.

O nome do cânion vem do Tupi-Guarani: Ita significa pedra e Aí’be significa afiado.

Existem 3 trilhas dentro dos limites do parque. As trilhas do Vértice e do Cotovelo são bem fáceis, se quiser contrate um guia no local.

Trilha do Vértice

A Cascata das Andorinhas, formada por um grande volume d’água que corre pelo Rio Perdiz cai de uma altura de 700 metros, em direção ao fundo do cânion, mas acaba transformando-se em névoa antes de atingi-lo. Da trilha pode se avistar a bela Cascata das Andorinhas e da Cascata Véu de Noiva formada pelo arroio Preá . Tão impressionante quanto as cascatas, é a sensação de caminhar na borda do cânion.
A trilha começa no Centro de Visitantes, leva em torno de 1 h, percorre-se 1,4 km pelas bordas do cânion.

A trilha do Cotovelo

Mirante com vista imperdível dos paredões do Cânion Itaimbezinho. Caminhada fácil por estrada até um mirante natural com uma visão geral do Cânion, percurso de 6,3 quilômetros que leva em torno de 3 horas. Atenção: o último horário para fazer a trilha é às 15:00 hs.

Trilha do Rio do Boi – por dentro do abismo

Para aqueles que gostam de atividades mais radicais, esta trilha é a mais indicada. Caminha-se por dentro dos paredões de 700m formados pelo Cânion Itaimbezinho, seguindo o leito do Rio do Boi. São 8 km (ida e volta) que são percorridos em 7 horas.

Trilha longa e cansativa, com muitas pedras e diversas travessias do rio do Boi (dependendo do nível do rio a água pode estar acima do joelho), com ótimas piscinas para um banho gelado.

Os Parques Nacionais dos Aparados da Serra e Serra Geral, pertencem a SC e RS, visto que 1 metro abaixo da borda dos cânions já é Santa Catarina, e os parques englobam também as encostas, rios e matas abaixo das serras, e o visual pela parte de baixo dos cânions é de rara beleza.

Dica: faça a trilha de manhã e leve somente o essencial (lanche, água, capa de chuva).

OBS: Chega-se de carro até o inicio da trilha que fica junto à guarita do Rio do Boi/Ibama, (7 km de Praia Grande). É necessário o acompanhamento de guia: contrate em Praia Grande.

Aparatos da Serra - Quedas d\'água no cânion do Itaimbezinho

Atrações próximas ao P.N. Aparados da Serra

Passo do “S”

O Rio Tainhas forma um lajeado de 80 metros de largura que despenca em uma bela cachoeira. Local para banho e camping (sem estrutura). Quando o rio está em seu nível normal, é possível atravessá-lo de automóvel, necessitando, porém, muita cautela. Divisa Cambará / Jaquirana. Ótima trilha para off-road (confira no mapa como chegar).

Passo da Ilha

É um belo lajeado de 100 metros de largura formado pelo Rio Tainhas. As diversas corredeiras se dividem e formam uma pequena ilha. O local é procurado para camping (possui cantina, banheiros, água e luz). É possível atravessar o lajeado de carro, quando o rio está em seu nível normal. Fica a 32 km de Cambará do Sul na divisa com o município de São Francisco de Paula. Oferece Camping R$ 5,00 com banheiros e churrasqueiras. Bastante movimentado no verão, carnaval e feriados.

Cachoeira dos Vênancios

Saindo de Cambará do Sul, percorre-se 8 km até a entrada para Jaquirana. Dali, são mais 13 km até a Fazenda Cachoeira, (no lado direiro da estrada), onde fica a Cascata dos Venâncios, (antes de chegar a Fazenda Cachoeira tem uma placa mostrando a esquerda… mas é de uma Pousada).

O local ainda é pouco freqüentado, o que o torna ainda mais atraente. São 4 km de caminhada fácil até o rio Camisas, uma ótima opção para banho.

Acesso de carro precário. Ingresso: R$ 3,00 e camping R$ 5,00 (não tem estrutura).

Lajeado da Margarida

Aqui o rio Camisas se expande sobre um grande lajeado, formando pequenas corredeiras e piscinas naturais.

Fica a 10 quilômetros de Cambará, com acesso pela Rua Boaventura Fernandes siga sempre reto em direção a Pousada Fazenda Recanto dos Amigos que fica 3,5 km de Cambará do Sul.

Horários

O horário de funcionamento do parque é de Quarta a Domingo, das 9h às 17h.
Em feriados abre nas segundas e terças-feiras, mas é aconselhável confirmar antes.

O preço do ingresso é de R$ 6,00 por pessoa (crianças até sete anos e idosos acima de 70 anos estão isentos).
A taxa de estacionamento na área interna do Parque é de R$ 5,00 para carro e R$ 3,00 para moto e R$ 10,00 ônibus.
As Trilhas do Vértice e do Cotovelo são fáceis, mas se você quiser um guia, contrate junto ao Centro de Visitantes (R$ 3,00 por pessoa).

No P.N. Serra Geral – Cânion Fortaleza: a visitação é das 08:00 ás 18:00h, todos os dias. É proibido acampar dentro do parque.

Parque Nacional da Serra Geral

O cânion do Itaimbezinho é, com certeza, o mais famoso do país. No entanto, ao lado do P.N. dos Aparados da Serra está o P.N. da Serra Geral, que guarda uma dezena de cânions tão ou mais impressionantes que o próprio Itaimbezinho.

Cânion Fortaleza

São mais de 60 cânions na região. Os mais famosos são o Malacara e o Fortaleza. Apesar de todos se parecerem entre si, parece que algo único faz com que tenhamos uma sensação de total surpresa e fascínio quando chegamos perto da borda de cada um. Mas com certeza, o que mais chama a atenção e surpreende pela sua magnitude é o cânion Fortaleza: com mais de 7 quilômetros de extensão. É uma enorme fenda na terra que parece não ter fim.

Trilha Cachoeira do Tigre Preto.

Caminhada fácil, começando junto à ponte de concreto sobre o arroio Segredo. Seguindo o arroio por, aproximadamente, 800 metros, você estará no alto da cachoeira do Tigre Preto. Neste ponto, atravesse o rio por cima das pedras (cuidado; algumas são bem lisas!) e pegue uma trilha no meio da mata. Cerca de 250 metros adiante, chega-se a um mirante, de onde se tem uma linda vista de frente da cascata, com uma queda de mais de 200 metros, continue a trilha pela borda do cânion por mais 30 minutos até a Pedra do Segredo.

Trilha Mirante Cânion Fortaleza

A trilha começa no final da estrada que corta o parque. A subida de 30 minutos pelo morro até o ponto mais alto (1117 m) vale a pena, pois, lá de cima, tem-se a melhor vista do cânion. No meio da caminhada, pode-se ver a Cachoeira Fortaleza.

Trilha Pedra do Segredo

É a continuação da Trilha da Cachoeira do Tigre Preto. Continue caminhando pela borda depois do mirante por mais 30 minutos. Um mistério da natureza fez com que este enorme bloco monolítico de 5 metros de altura, ficasse perfeitamente apoiado por sobre uma área de 50 centímetros quadrados, dando a impressão que poderá cair a qualquer instante.Trilha fácil. OBS: A descida a base da pedra está proibida.

Trilha Cânion Malacara – Churriado – Fortaleza

A trilha inicia em frente ao Pórtico Gralha Azul (entrada para Cânion Itaimbezinho). Do outro lado da estrada, cruza-se uma porteira e, mais adiante, um rio. Até a Fazenda Malacara são 4 quilômetros (aqui o melhor é pedir permissão ao Capataz para continuar a caminhada). Dali são mais 7 km de caminhada pelos campos até o Cânion Malacara e mais 2 km até o Churriado. Para chegar ao Cânion Fortaleza, caminha-se mais 10 km.

Trilha fechada a visitação por determinação do IBAMA

Trilha moderada a difícil, ideal para fazer em três dias.
Para quem não dispõe de tanto tempo, a opção é caminhar até o cânion Malacara e retornar no mesmo dia. Em 5 horas, percorre-se os 22 quilômetros (ida e volta).

Dica: Nas duas opções é aconselhável o acompanhamento de guia ou o uso de uma bússola ou GPS, pois, se ocorrer a viração, você pode se perder com muita facilidade

Trilha Cânion dos Índios

A trilha começa ao lado do Posto Fiscal, logo depois da subida da Serra do Faxinal,
(estrada que liga Praia Grande à Cambará do Sul, são 15 km de Praia Grande).
Caminhada fácil pelo campo, 20 minutos em direção norte, junto a borda da Serra Geral, linda vista. Permitido acampar.

Trilha Cânion Faxinalzinho

O cânion do Faxinalzinho localiza-se dentro dos limites do PN da Serra Geral (na parte que fica ao sul do cânion Itaimbezinho) e tem uma extensão de 7000 m. Pega-se a antiga estrada que dava acesso ao Itaimbezinho, apos 3 km, vire a esquerda junto a alguns eucaliptos, depois siga por estrada ruim até uma Fazenda, com 2 horas de caminhada chega-se ao cânion. A visibilidade do Cânion é prejudicada pela mata densa. A trilha é difícil e pouco visitada, por isso, contrate um guia.

O canyonismo está proibido.

Trilha Malacara – por baixo

A trilha inicia-se a 6 km de Praia Grande, na Vila Rosa, ao lado do Refúgio Ecológico Pedra Afiada. A caminhada é moderada, e pode ser feita sem guia. Para isso, basta subir o leito do rio, enfrentando alguns desafios, como pedras gigantes e diversas travessias do rio Malacara. São 3 horas de caminhada (ida e volta) e, no meio do caminho, encontram-se ótimas piscinas para banho.

Cascading na Cachoeira do CTG ( Magia das Águas) – 40 metros

Trilha fácil, passando em meio a plantações de bananeira. Inicia-se ao lado do Centro de Tradições Gaúchas de Praia Grande. Outra opção para cascading é a Cachoeira do Costãozinho, 80 m.

Quem leva é o Refúgio Ecológico Pedra Afiada. Tel. (48) 532.1059.

Travessia de Cânion e Canyonismo

Além de todos estes encantos, a Serra Geral é o paraíso dos praticantes de dois esportes ainda pouco difundidos no Brasil. O canyonismo é o ato de atravessar os cânions usando técnicas de escalada e seguindo sempre por dentro dos rios. Diferente do canyonismo, a travessia de cânions não é feita dentro dos rios e, sim, margeando-os. Os dois tipos de esporte exigem uma boa dose de coragem e preparo físico. As trilhas são difíceis, a presença de um guia é indispensável.
Trilhas de Travessia: nos Cânions Malacara, Churriado, Fortaleza, Molha Coco e Índios Coroados.

Quem Leva

Em Canela

– Atitude – Tel (54) 3282.6305
– Apoema- Tel (54) 3282.6232 ou 8115-3701
– Vida Livre Turismo e Expedições – Tel. (54) 3282-1518

Porto Alegre

– Rota Alternativa: Tel. (51) 3346.1776
– Caa-eté: Tel. (51) 3338.3323

Observação:

O tempo na região é muito instável. A meteorologia raramente acerta nas previsões. Portanto, não se fruste caso você saia de Porto Alegre com tempo claro e chegue em Cambará com tempo completamente fechado. Além da instabilidade do tempo, há o fenômeno da viração (uma diferença de temperatura e pressão entre o litoral e a serra, que faz com as nuvens subam por dentro do cânion, que dificulta sobremaneira os deslocamentos nas áreas dos cânions). Por tudo isso, talvez não seja na sua primeira visita à região dos cânions que você perceba a sua magnitude.

O parque não possui infra-estrutura alguma. Ou seja, não há centro de visitantes, lanchonete e nem sanitários. Leve tudo o que precisar, inclusive a sua pazinha.
Não é cobrada taxa de entrada.

Mais informações

Como chegar

Se for de avião, você irá desembarcar no aeroporto internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. A partir de lá pode alugar um veículo ou contratar o serviço em uma agência de viagem. Existem também linhas de ônibus diretas para Cambará do Sul.

A cidade está a 200 quilômetros de Porto Alegre. O melhor caminho é pela BR-116 até Novo Hamburgo. Siga então pela RS-239 até Taquara, depois pela RS-020, passando por São Francisco de Paula e Tainhas até chegar em Cambará do Sul.

A partir de São Paulo, a mil quilômetros de Cambará do Sul, siga pela BR-116 até Curitiba. De Curitiba pegue um trecho da BR-376 e logo depois a BR-101 sentido Praia Grande. De lá até Cambará do Sul são 34 km de estrada de terra.

Melhor época

A melhor época para visitar tanto Cambará do Sul quanto os parques nacionais é o inverno – entre maio e agosto – quando o risco de nevoeiro é menor, apesar de o frio ser mais acentuado nessa estação.

No verão que vai de dezembro a março, os banhos em cachoeiras e rios são mais agradáveis. Mas você irá encontrar muita cerração e chuvas repentinas.

O pior mês é o de setembro, quando chove muito e a visibilidade é péssima.

Voltagem

A voltagem em Cambará do Sul é de 220 volts.

O que levar

Leve de preferência roupas quentes e alguma capa de chuva. Para as caminhadas durante o dia, use peças mais leves.

Não se esqueça daquele tênis ou bota amaciada para as trilhas, binóculos e equipamento fotográfico.

Dicas

Para chegar aos parques, a maneira mais fácil é por meio das agências de turismo. Não existe sistema de transporte coletivo. Outra opção é ir com seu próprio veículo e estacionar na portaria.

O melhor horário para visitar os parque é no período da manhã. Na parte da tarde a probabilidade de nevoeiro é grande.

É proibido acampar nos dois parques.

Leve de preferência roupas quentes e alguma capa de chuva. Para trilhas mais longas e no interior dos cânions, contrate sempre um guia.

A maioria dos hotéis e pousadas fica na singela Cambará do Sul, cidadela com uma única rua principal e que está a apenas 22 quilômetros da entrada dos parques. Apesar de o destino ser o mais rústico das Serras Gaúchas, há boas – mas poucas – opções de hospedagem com conforto.

Uma das melhores é o Parador Casa da Montanha, que fica entre Cambará do Sul e Aparados da Serra. Fique atento e faça reserva com antecedência para não ficar na mão.

Quando estiver em Cambará do Sul, compre o mel produzido na cidade. Auto-intitulada “Capital do Mel”, ele é feito artesanalmente. Você encontra o produto nas principais bancas da avenida principal. Marque em sua agenda. No início de abril acontece a Festa do Mel.

Não existem postos de combustíveis entre as cidades de Taquara, São Francisco de Paula e Cambará do Sul. Na vila de Tainhas, o posto fica a um quilômetro do asfalto.

Outros dados

Centro de Informações Turísticas de Cambará do Sul
Rua Adail de Lima Valim, 44
(54) 3251-1320
turismocambara@tca.com.br
Atende diariamente das 8h às 18h

Endereços úteis

Informações Turísticas
Rua Dona Úrsula, 475
95480-000 – Cambará do Sul
(54) 251-1174
Aberto das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30, de segunda à sexta-feira

Acontur
Associação de Condutores Locais de Ecoturismo de Cambará do Sul
Rua Dona Úrsula, 148
(54) 251-1265
Profissionais da própria comunidade treinados como guia para ajudar os turistas a conhecerem melhor a região

Canyon Turismo
Canyon Agência de Viagens e Turismo Ltda.
Fone/fax: (54) 251-1283
e-mail: canyonturismo@hotmail.com

Correios e telégrafos
Rua Osvaldo Kroeff s/n
(54) 251-1250
Aberto das 10h às 12h e das 14h às 17h, de segunda à sexta-feira

Estação Rodoviária
Rua dona Úrsula, s/n
(54) 251-1342
Aberta das 6h às 19h, diariamente

Hospital São José
Rua Pe. João Pezza s/n
(54) 251-1167
Aberto 24 horas por dia

Igreja Matriz São José
Av. Getúlio Vargas s/n
Aberta das 8h às 16h

Artesanato Aparados da Serra
Rua da Tradição, 87
Excelentes trabalhos em lã, madeira e couro. Acolchoados, tapetes, pelegos, mel e demais produtos coloniais

Transporte turístico Giovane
Rua Natercia Pereira, 49
(54) 251-1388
Transporte lotação turístico aos cânions 24 horas por dia

IBAMA – (54) 251-1262 e 251-1277

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